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RELATO DOS ACIDENTES AÉREOS


 

1969

 


 

03 OUT 1969 - Rio Táxi Aéreo

Lockheed 12 Electra Junior

Prefixo: PP-???

Acidente em Brasília, DF, com avião idêntico ao do filme "Casablanca". Sem informações sobre o prefixo correto e o número de vítimas.

O Electra Junior em "Casablanca"

 

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Escreva para nós: contato@desastresaereos.net

 


 

23 SET 1969 - CESP (Centrais Elétricas de São Paulo)

Aero Commander 560-F

Prefixo: PT-BKN

O Aero Comander 560-F - Prefixo PT-BKN - se acidentou durante o pouso, no dia 23 de Setembro de 1969, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, SP.

Abaixo, fotos do avião acidentado e abandonado no Aeroporto de Sorocaba (SDSO), em São Paulo, desde 1962.

Fotos: Junior JUMBO - Grupo Ases do Céu

 

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03 SET 1969 - FAB - Força Aérea Brasileira

Grumman S-2 Tracker - P-16

Prefixo: FAB 7014

 

Um avião modelo P-16 da FAB acidentou-se em 03/09/1969. Local e quantidade de vítimas não identificados.

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16 AGO 1969 - Particular

Rockwell Commander 680

Prefixo: PT-BQO

Avião particular acidentou-se no município de Itambé. Não há informação sobre vítimas e sobre a unidade da Federação a que pertence o município (MG, PE, PR?).

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29 MAI 1969 - Rio Táxi Aéreo

Twin Beech 18

Prefixo: PT-BBJ

Um avião modelo Twin Beech 18, com capacidade para oito ocupantes  acidentou-se no município de Alcobaça, na Bahia.

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28 JAN 1969 - FAB - Força Aérea Brasileira

Grumman S-2 Tracker - P-16

Prefixo: FAB 7022

 

Um avião modelo P-16 da FAB acidentou-se em 28/01/1969. Local não identificado.

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1968


 

04 ou 05/03/1968 - Táxi Aéreo Servencin

Aero Commander 560-F

Prefixo: PT-DD?

Local do Acidente: próximo ao Aeroporto de Congonhas, São Paulo

 

Em relação ao acidente com a aeronave da Servencin em Congonhas:

 

1. O desastre ocorreu no início de março de 1968 - dia 4 ou 5.

 

2. A aeronave foi aterrada no canteiro da então Avenida Rubem Berta, em frente a cabeceira da pista de Congonhas; e não sobre o elevado. Vinte metros a mais de altura na aproximação teriam permitido à aeronave pousar na pista. Observando que o avião bateria no talude da pista, foi manobrado stol para deixá-lo cair sobre o canteiro da avenida;

 

3. O vôo não tinha co-piloto. Atuava como tal meu pai Ten. Cel. Aviador aposentado, Walter Neumayer, então diretor da Servencin, que submetia o Comandante Schmidt a cheque periódico de atualização.

 

4. Meu pai foi conduzido ao Hospital São Paulo com afundamento frontal de crânio e fratura do braço direito, por não ser adotado à época cinto de segurança de 3 ou 4 pontos. Submetido a complexa cirurgia recuperou-se mas faleceu em 09 de abril de 1968, vítima do que hoje conhecemos como infecção hospitalar. 5. Schmidt faleceu cerca de duas horas após o acidente.

 

6. Existiam dois caronas acomodados sobre sacos de correspondência. Um deles precisou ser rispidamente acalmado durante a aproximação em situação de emergência (motores parados).

 

7. A Servencin tinha à época 3 AeroCommander. Não me lembro os prefixos completos, mas era na série PT-DD?.

Relato de Sérgio Carneiro Neumayer (filho do Ten. Cel. Aviador aposentado, Walter Neumayer)

Abaixo, o relato de uma testemunha ocular do acidente (data e algumas informações corrigidas em razão do depoimento do Sr. Sérgio Neumayer):

O Aero Comander 560-F, caiu a 100 metros da cabeceira do Aeroporto de Congonhas no momento do pouso, por falta de combustível.

Tratava-se de uma aeronave da empresa Servencin que transportava malotes.

Houve um sobrevivente que estava na parte traseira juntamente com os malotes que, aliás quem arrancou a porta que estava emperrada, foi um amigo meu e eu.

Esse acidente foi noticiado no programa da Hebe Camargo. Comento que o entrevistado no programa que, segundo ele, presenciou o acidente, tratava-se de um falso herói, já que quando nós tentávamos abrir ou melhor, arrancar a porta traseira, para tirar o sobrevivente que estava desesperado para sair, esse pretenso herói gritava como uma "galinha" para nós sairmos do local, pois o avião ia explodir.

Estava com meu amigo Zé Dedeira, que nunca tinha visto um avião de perto, quando parei meu automóvel na cabeceira da pista para apreciar as decidas e, notei que o avião estava a baixa velocidade perdendo sustentação. Comentei com o Zé que o avião iria cair e, caiu...

Relato de Ângelo Teixeira Branco (Testemunha do Acidente)

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1964


 

28 JUN 1964 - Paraense Transportes Aéreos  – Douglas DC-3 (C-47)

Prefixo: PP-BTU

 

O DC-3 da Paraense realizou pouso forçado na floresta amazônica próximo de Porto Velho, RO.

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06 JUN 1964 - VASP

Douglas DC-3 (C-47)

Prefixo: PP-SPK

 

 

Uma aterrissagem da emergência foi simulada com o motor do no. 2 em potência reduzida. O DC-3 tocou a pista do Aeroporto de Brasília com falha no motor nº 1 não conseguindo frear. A aeronave parou fora da pista.

 

CAUSA PROVÁVEL:

  1. O piloto - que estava em treinamento - não foi corretamente treinado pelo instrutor.

  2. Uso incorreto dos controles das hélices pelo piloto aprendiz.

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27 MAIO 1964 - VASP

Douglas DC-3/C- 47/R4/C- 53/Li-2

Prefixo: PP-SPZ

 

 

Durante vôo de treinamento houve uma separação de uma das asas e o DC-3 acidentou-se em rodovia no município de Itapecerica da Serra, em São Paulo, matando seus três ocupantes: o Comandante Mário de Oliveira Murback e os Co-Pilotos Francisco Ledesma Maltempi e Paulo Luz de Camargo.

 

Fontes: JetSite / Amadeu Ferreira


1963


 

29 AGO 1963 - FAB - Força Aérea Brasileira

Lockheed P2V - P-15 Netuno

Prefixo: FAB 7008

 

Em 29 de agosto de 1963 um avião P-15 da FAB, matrícula 7008, acidentou-se ao pousar no Aeroporto de Salvador, BA, onde localizava-se o Sétimo Grupo de Aviação (7º GAv).

Todos os tripulantes sobreviveram embora a aeronave tenha sido perdida. 

Entre 1958 e 1967 a fuselagem e as asas do P-15 eram "sea blue"

 


 

01 JUL 1963 – VARIG

Douglas DC-3 (C-47)

Prefixo: PP-VBV

 

 

Tragédia em Passo Fundo

No dia 1º de julho de 1963, 11 pessoas morreram na queda de um avião em São João da Bela Vista. Na época, ainda existiam poucos veículos e o transporte de trem era bastante utilizado. Viajar de avião ainda se tratava de rara oportunidade, logo a tragédia abalou a cidade, principalmente, porque os corpos ficaram mutilados, inclusive o do bispo de Uruguaiana, Dom Luis Felipe de Nadal.

Eram 17h25, de uma segunda-feira, 1º de julho de 1963, quando o vôo 280 da aeronave Douglas DC-3, prefixo PP-VBV, que saiu de Porto Alegre com destino a Erechim, fez escala em Carazinho. Assim que decolou no município vizinho e veio para Passo Fundo, o telegrafista de bordo, Ari Santos, pediu informações sobre as condições meteorológicas. Ele foi informado que um forte nevoeiro se aproximava.

Poucos mais de 30 minutos se passaram até que os passo-fundenses que saíam do trabalho se surpreendessem com um avião voando metros acima de suas cabeças. Todos correram e um pânico estabeleceu-se na cidade.

O avião foi perdendo altitude e executando vôos rasos, aumentando ainda mais o pavor. Desespero, foi o que sentiram os funcionários da olaria São João, localizada no então distrito de São João da Bela Vista. A aeronave passou a poucos metros do estabelecimento e espatifou-se contra um pé de sapopema. O estrondo foi ensurdecedor e o DC-3 abriu uma clareira no meio do mato.

Acidente a alguns metros

Os funcionários da olaria Nicanor Vihnsti, Miguel Rodrigues e Nicanor Lima de Carvalho, foram os que primeiro chegaram ao local e viram o avião em destroços e os corpos mutilados. Alguns sobreviventes se arrastavam pelo chão para escapar do vazamento de combustível, o que posteriormente acabou causando um incêndio. Inicialmente foram cinco os sobreviventes, mas uma das mulheres morreu nos braços de um outro passageiro. Os demais foram levados e atendidos no Hospital São Vicente de Paulo.

Passaram-se 20 minutos do início das chamas, até que as primeiras autoridades começassem a chegar. Eram bombeiros, policiais civis e militares, agentes rodoviários e até escoteiros, que foram chamados para apagar o fogo.

A curiosidade foi tanta que mais de 800 carros rodearam a tragédia, algumas pessoas chegaram a caminhar cerca de 5 quilômetros para ver de perto os escombros do acidente. A empresa de transporte coletivo urbano também colocou uma linha exclusiva do centro até São João da Bela Vista durante toda a semana seguinte para sanar a curiosidade das pessoas.

Se não fosse a árvore seria uma lavoura

O gerente da Varig em Passo Fundo na época, Ernandi Sander, conta que pessoas de todo o estado passaram pela cidade para conferir o que sobrou do desastre. "Eu estava no aeroporto quando tudo aconteceu. Com o tempo ruim, o piloto, ao invés de levantar vôo quando viu a neblina, continuou baixando e bateu contra uma árvore. Se ele tivesse escapado da sapopema, iria aterrissar em uma lavoura de soja", conta.

Poucos minutos se passaram desde o contato até que o telegrafista avisasse que a localização do avião havia sido perdida. Assim que soube onde era o local do acidente, Sander embarcou na sua Kombi e se dirigiu até a RS 324. "Fiquei assustado quando vi o enorme engarrafamento. Fomos desviando dos curiosos e quando cheguei, ajudei a retirar os corpos", explica.

Tripulação

A tripulação era composta por quatro pessoas e todas morreram no acidente. O comandante era Magnus Bacheuser, que foi arremessado para fora da aeronave e teve o corpo encontrado a 20 metros do local. O co-piloto, José Luiz de Moraes Azevedo, morreu juntamente com o telegrafista, Ari dos Santos, e o comissário de bordo, Milton Galvão Balaro.

Passageiros

Entre os nove passageiros que estavam no vôo, sete morreram no local do acidente ou a caminho do Hospital São Vicente de Paulo.

Os dois sobreviventes

Os sobreviventes foram Celanira Nunes e José Iramir Rodrigues, que estavam na mesma fileira de poltronas. A Sra. Celanira faleceu menos de um ano após o acidente em virtude de seqüelas da queda.

O Sr. José Iramir teve o nariz empurrado para dentro do crânio, a orelha e a bochecha direita reimplantados, o tórax esmagado - o que o deixou com com o dito "peito de pombo" - criando uma ponta no peito e outra nas costas, e o pior de tudo: por ter ficado preso em sua poltrona pela perna, ele teve que ser transportado sentado nela, em cima da carroceria de uma caminhão até o Hospital São Vicente de Paulo, onde, por pouco, não a perdeu por gangrena. Ele, que havia acabado de completar 40 anos no dia anterior ao do acidente, veio a falecer em 15 de junho de 2003, exatamente 15 dias antes de completar 80 anos.

A poltrona em que estava sentado no DC 3 permanece no mesmo estado, desde 1º de julho de 1963, guardada no sítio onde hoje mora um de seus filhos, chamado José Iramir Rodrigues Filho.

As vítimas

As vítimas foram o engenheiro-agrônomo, funcionário da Secretaria Estadual de Agricultura e professor universitário, Paulo Silveira Fernandes; o bispo da diocese de Uruguaiana, Dom Luis Felipe de Nadal; o funcionário da Companhia Estadual de Energia Elétrica, Marialvo Bonassina; o estudante de Direito, Delmar Luis Rigoni; o viajante comercial Nelson João Panizzoto, e Almilcar Morganti.

 

Causas

Durante anos seguiram as investigações para apurar as causas do acidente do vôo 280 do Douglas DC-3 da Varig. A análise foi feita pela Comissão Permanente de Estudos Técnicos da Aviação Civil. Tempo depois, a averiguação chegou à conclusão de que poderia ter sido falha humana, em razão do tempo totalmente desfavorável, com forte neblina. Na época, a decisão da comissão foi de que o comandante da viagem poderia ter se comunicado novamente com o aeroporto de Passo Fundo e avisado que seguiria adiante, buscando outra cidade com condições favoráveis para pouso.

Tragédia de 1963

Sobreviventes: Celanira Nunes e José Iramir Rodrigues. Algumas vítimas: Paulo Silveira Fernandes, Dom Luis Felipe de Nadal, Marialvo Bonassina, Delmar Luis Rigoni, Nelson João Panizzoto, Almilcar Morganti.

"A empresa de transporte coletivo urbano também colocou uma linha exclusiva do centro até São João da Bela Vista durante toda a semana seguinte para sanar a curiosidade das pessoas"

Fontes:

Raquel Vieira/Jornal O Nacional

Cristiano Volkmer (neto do sobrevivente Sr. José Iramir Rodrigues)


 

03 MAIO 1963 – Cruzeiro do Sul

Convair CV 340

PP-CDW

Local: São Paulo - SP

Ocupantes: 50

Fatalidades: 37

 

O Convair 340 - PP-CDW

 

Primeiro relato:

 

O PP-CDW esteve envolvido em um grave acidente em no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em 3 de Maio 1963.

 

O avião teve que retornar ao aeroporto de origem quando o motor n º 2 pegou fogo.

 

O capitão de retornou fazendo uma volta à esquerda. Quando estava no final da pista 16, o Convair levantou o "nariz" (45 graus), estagnando e atingindo uma casa. Trinta e sete dos 50 ocupantes a bordo pereceram.

 

A causa provável foi um procedimentos errado do piloto na aterrissagem de emergência.

 

Fonte e foto: edcoatescollection.com

 

Segundo relato:

 

Após a decolagem de Congonhas, o motor dois do Convair pegou fogo e foi desligado. Já próximo da cabeceira o avião estolou, caindo sobre uma residência.

 

A perda de sustentação e conseqüente estol, foi atribuída à impossibilidade de embandeirar as hélices da aeronave, aumentando demais seu arrasto.

 

Entre os mortos, o comandante Harry Roedel, co-piloto Luis Nagib Nasra e o radiotelegrafista Sebastião Alves de Rezende.

 

Fonte: JetSite

 

Terceiro relato:

 

03 de maior de 1963 - Queda do Convair 340, da Cruzeiro do Sul, PP-CDW, na aproximação para o pouso do Aeroporto de Congonhas, SP, morrendo o piloto Harry Roedel, o co-piloto Luiz Nagib Nasra, o radiotelegrafista Sebastião Alves de Resende e os demais ocupantes.

 

Fonte: Aerolex

 


 

15 JAN 1963 – Cruzeiro do Sul

Convair CV 240

PP-CEV

Local: São Paulo - SP

Ocupantes: 35

Fatalidades: 14 + 2 em solo

 

Primeiro relato:

O acidente ocorreu em 15 de janeiro de 1963, às 16 horas, com o avião Convair 240 da Companhia Cruzeiro do Sul, cujo prefixo era PP-CEV, e a viagem (vôo) 403-1.501, fazendo a ponte-aérea Rio-São Paulo.

Segundo meu marido, este avião já saíra do Rio com um dos motores avariado.

Ao pousar no aeroporto de Congonhas, colidiu com três casas situadas na Rua dos Ingás, nºs 107, 113 e 119.

A Tripulação: Carlos Alberto de Sousa (piloto), Pedro Paulo de Morais (co-piloto), Milton Reck Alves (rádio-operador) e os comissários Sergio Carelli Rufier e Ivo Correa Lucena.

Neste acidente estava a atriz Luciene Franco, que, juntamente com mais 31 pessoas sobreviveram, inclusive meu marido Oscar Ribeiro dos Santos que, com a graça de Deus, está com bastante saúde.

Segundo ele, esse acidente não foi o mesmo em que se encontrava o ator Renato Consorte.

______________

O desastre (relato de um Jornal da época)

Às 15,55 horas, o Convair da Cruzeiro do Sul com pane no motor esquerdo, arremetia sobre o aeroporto de Congonhas. A chuva engrossara e o piloto não conseguira realizar o pouso, uma vez que as condições visuais eram péssimas. (O Oscar, diz que o piloto conduziu duas vezes, o avião sobre a cidade de Santos, para gastar o combustível).

Após nova arremetida, o PP-CEV, que estava sendo controlado pelo radar da torre do aeroporto, desapareceu do raio de ação daquele equipamento. Quase que imediatamente os funcionários viram, à distância, quase na linha do horizonte, rolos espessos de fumaça que se erguiam para o céu. Minutos depois chegou à confirmação: o aparelho se abatera sobre três casas na Rua dos Ingás incendiando-se.

Meu marido Oscar foi incluído na lista dos mortos. Ele foi levado para o hospital na carroceria de um veículo para o IML. "Ele fala que escapou por pouco da geladeira. Na época foi entrevistado pelo jornalista Tico-Tico. Esta é a relação dos 32 feridos:

Orlando dos Santos (30), Henrique dos Santos (18), Jose Campista (35), Edmar Gomes Roberto Ribeiro Sousa Aguiar (31), Milton Recke Alves (43), Osmar Mesquita (4), Rubens Alves (56), Silvio de Sousa (44), Mario Duarte (31), Sergio (20), Fernando Pereira Gomes (24), Luciene Franco (atriz) (24), Alda Maria da Silva (28), Fernando Maia, Julio (29), Carla Girola (19), Searga Ângelo (44), Ciprari Ângelo (45), Arol Nordon (45), João Cavalcante de Arruda Filho (filho do senador João Cavalcante), Murilo do Amaral (41), Agenor Gomes (60), Honk (40), Oscar Ribeiro dos Santos (21), Lurdes Ghi Kayma (7) e Nelson Ferreira Pinto, o 32º passageiro que não havia sido identificado no hospital, pois estava sem condições de falar.

Houve 13 mortes:

A escritora Maria Lebert (romance "Estava Escrito"), Pedro Paulo de Morais, Adelaide de Sousa, Massue Hatimoji (morador) Paul Haimosizi, Romi Kayuma, Josefina Cavalesque Carrero e outros que faleceram depois nos hospitais.

Segundo a reportagem foi graças à perícia e dedicação de um grupo de 98 soldados do Exército, que por coincidência encontrava-se no local ,em treinamento o desastre não causou maior numero de vítimas.

Relato da Sra. Valdeli Ribeiro, esposa do passageiro sobrevivente, Sr. Oscar Ribeiro dos Santos.

 

Segundo relato:

O Convair decolou de Congonhas e imediatamente apresentou pane em seu motor esquerdo. O Comandante Carlos Alberto de Souza iniciou um retorno em emergência ao aeroporto, mas não conseguiu manter o controle sobre a aeronave, que caiu sobre algumas residências no bairro do Planalto Paulista, próximo ao Aeroporto de Congonhas. O acidente matou, além do co-piloto Pedro Paulo de Moraes, 13 passageiros, entre eles o deputado Miguel Bahury, que trabalhou em comissões parlamentares criadas para examinar a segurança na aviação comercial brasileira. Entre os sobreviventes, o ator e comediante Renato Consorte - sem trocadilhos.

Fonte: JetSite

 

Terceiro relato:

 

Em 15 de janeiro de 1963 - Queda do Convair 240, da Cruzeiro do Sul, PP-CEV, na aproximação para o pouso no aeroporto de Congonhas , SP, tendo o motor esquerdo em pane, veio a se chocar com casas no bairro de Jabaquara, morrendo o co-piloto Pedro Paulo de Moraes e treze passageiros, entre eles o Deputado Miguel Bahury da CPI da Aviação Comercial, tendo o piloto Carlos Alberto de Souza se salvado com graves ferimentos.

 

Fonte: Aerolex

 


1962


 

03 MAR 1962 – VARIG

Douglas DC-3 (C-47)

Prefixo: PP-YQN

 

Acidente com avião DC-3 em Nanuque, MG.

 

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1961


 

04 MAR 1961 – C.E. de Campos

Douglas DC-3 (C-47)

Prefixo: PT-BJC

Acidente com avião DC-3 em Campos dos Goitacazes, RJ.

 

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1960


 

24 AGO 1960 – Paraense Transportes Aéreos

Curtiss C-46

Prefixo: PP-BTJ

 

Acidente com avião da Paraense no Rio Jarí em Rondônia, causa três mortes.

 

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