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1939

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20.10.1939

Aviação Militar

Vultee V11-GB2 B

Prefixo: ***

 

Acidente em Sacutinga, CE. Três mortos.

 


 

13.08.1939

Pan American World Airways

Sikorsky S43

Prefixo: NC16933

 

 

 

 

 

A queda do hidroavião Baby Clipper foi um acidente aéreo ocorrido no Rio de Janeiro em 13 de agosto de 1939. A aeronave de propriedade da Pan Am, fazia o voo Miami–Rio, fazendo escalas nas cidades de Antilla, Porto Príncipe, San Pedro de Macorís, San Juan, Port of Spain, Georgetown, Paramaribo, Caiena, Belém, São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Caravelas e Vitória. Esse foi o primeiro acidente de uma aeronave da Pan Am no Brasil.

O Sikorsky S-43 era um hidroavião do tipo Flying Boat. A Pan Am encomendou 10 unidades, que foram utilizadas em rotas ligando os Estados Unidos ao Caribe e América Latina.

A aeronave acidentada, o Sikorsky S-43B, prefixo NC16933, da Pan American Airways (Pan Am), foi fabricada na planta industrial da Sikorsky Aircraft em Bridgeport, em Connecticut (EUA), tendo recebido o número de série 4324.

A aeronave seria concluída em 20 de dezembro de 1936. Após ter sido testada e aprovada, receberia o prefixo NC 16933 da Civil Aeronautics Authority. Essa aeronave foi batizada pela Pan Am como "Baby Clipper". O Baby Clipper entrou em serviço na Pam Am em 10 de setembro de 1937 e foi aposentado em 1945.

O Baby Clipper, prefixo NC 16933, decolou de Miami, na Flórida em 9 de agosto de 1939. Após fazer diversas escalas entre 10 e 13 de agosto, chegaria ao Rio, por volta das 16h, com 12 passageiros e quatro tripulantes.

Os passageiros eram Henrie May Eddy, James Harvey Rogers, Robert Landman, Evaristo Gomes Miranda, Anton Ommundsen, Emanuel Valensa, Pablo Lavin, Edgar Delly Oliveira, Alberto Oliveira Santos, Lucila A. Oliveira Santos, Osvaldo Hirth e Mario Souto Lyra.

Os tripulantes do voo eram o piloto Addison G. Parsons, o copiloto George B. King, o rádio-operador Russell Jenkins e o comissário de bordo Julio Trujillo.

Durante a aproximação para a amerissagem, o hidroavião perdeu a potência no motor esquerdo, o que provocou a perda de sustentação. O Baby Clipper voaria baixo até atingir um dos diques secos da Ilha das Cobras às 16h20, durante malograda tentativa de pouso de emergência.

Com o impacto, a aeronave se incendiou rapidamente e caiu no mar, afundando em poucos segundos. Dos 16 ocupantes, somente 2 sobreviveriam: o advogado Mario Souto Lyra e o engenheiro mecânico Oswaldo Hirth, ambos brasileiros.

Entre os mortos, três tripulantes e sete passageiros norte-americanos, dois passageiros brasileiros, um passageiro argentino e um tripulante de nacionalidade desconhecida. Entre os passageiros mortos, estava James Harvey Rogers, professor de economia da Universidade Yale e conselheiro econômico do governo dos Estados Unidos.

Durante as investigações, realizadas pela Civil Aeronautics Authority, foi constatado por testemunhas que houve perda de potência do motor esquerdo (Pratt & Whitney R-1690), fazendo o avião rolar para a esquerda.

 

Motor Pratt & Whitney R-1690. O motor esquerdo do Baby Clipper NC 16933

sofreu uma avaria não identificada e parou de funcionar, ocasionando a queda

Por conta do incêndio, o motor ficaria muito danificado para ser examinado. Ainda assim, a CAA descobriu que a aeronave possuía combustível suficiente para o pouso e sugeriu uma falha no duto e ou na válvula dupla que controlava o bombeamento de combustível dos seus dois tanques da asa esquerda até o motor esquerdo.

No projeto original, os tanques compartilhavam o mesmo duto até as válvulas que controlavam a injeção de combustível no motor. Após o acidente, a Pan Am modificaria o sistema dos Sikorsky S-43, substituindo as válvulas duplas por triplas e efetuando ligações independentes entre os tanques de combustível e as válvulas.


 

16.07.1939

Correio Aéreo Militar

Waco Cabine CJC

Prefixo: ***

 

Acidente em Barra do Rio Grande, BA. Três mortos.


 

12.05.1939

Aviação Naval

Vought Corsair

Prefixo: ***

 

Acidente em Curitiba, PR. Um morto.

 


 

08.05.1939

Panair do Brasil

Fairchild XA942A

Prefixo:  PP-PAP

Acidente com avião em Santarém, PA. Sem vítimas. A aeronave foi reconstruída e viria a se acidentar novamente em 08 de dezembro de 1941.


 

12.02.1939

Correio Aéreo Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: ***

 

Acidente com Guarapuava, PR. Dois mortos.

 


 

30.01.1939

Aviação Militar

Vultee V11-GB2

Prefixo: ***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.


 

23.01.1939

Aviação Militar

Boeing 256

Prefixo: ***

 

Acidente em Curitiba, PR. Um morto.

 


 

23.01.1939

 

Colisão aérea entre dois aviões de mesmo modelo.

 

Aviação Militar

Vought Corsair

Prefixo: ***

 

Aviação Militar

Vought Corsair

Prefixo: ***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Quatro mortos.

 


13.01.1939

Syndicato Condor

Junkers JU-52/3m

Prefixo: PP-CAY

Queda do Junkers Ju 52/3m, PP-CAY, o Syndicato Condor 'Marimba', ao chocar-se com a Serra do Sambé, Município de Rio Bonito, RJ, quando voava de Vitória, ES, para o Rio de Janeiro. O avião foi destruído pelas chamas deixando dez vítimas fatais.

Morreram o piloto Severiano Primo da Fonseca Lins, primeiro comandante brasileiro da aviação comercial, o mecânico de voo Rudolf Julio Wolf, o radiotelegrafista Everaldo machado de Faria, o aeromoço Alberto Togni, o piloto em treinamento Apulchro Aguiar de Mello, mais quatro passageiros adultos e uma criança.

 

Revista Brazilusa Orlando de 10 de março de 2015

 

 


11.01.1939

Aviação Naval

Tiger Moth

Prefixo: ?

 

Na década de 1930, ainda nos primórdios do Aeroclube de Santa Catarina (então conhecido como Aeroclube Catharinense) a Aviação Naval exercia um papel importantíssimo na formação dos futuros aviadores civis, fornecendo não apenas instalações, mas também aeronaves equipamentos, oficiais aviadores e instrutores de voo do mais elevado gabarito, estes formados na Escola de Aviação Naval no Rio de Janeiro. O principal objetivo era qualificar pilotos civis para formar uma reserva técnica nos aeroclubes já que a aviação estava vivendo uma vertiginosa expansão.

 

Gualter Pereira Baixo  (Foto: Acervo Silvio Adriani Cardoso)

 

Na manhã do dia 11 de janeiro de 1939, Gualter Pereira Baixo estava imensamente feliz não só porque estava realizando o seu voo solo, mas principalmente porque realizaria o sonho de receber seu brevê de aviador civil pelo Aeroclube Catharinense.

 

Quis o destino, porém que o cabo do manche se rompesse a aproximadamente setecentos metros de altura sobre o campo de aviação da aviação naval. Praticamente sem controle algum, o biplano veio ao solo em “parafuso chato” sem que Gualter nada pudesse fazer, a não ser pedir proteção divina. As divindades devem ter ouvido as suplicas de Gualter, pois ele sobreviveu milagrosamente ao impacto do pesado biplano que ficou completamente destruído após atingir o solo em cheio.

 

Gualter porém saiu com ferimentos graves com incontáveis fraturas, muitas delas expostas, perda de dentes e a perda do olho direito. Hospitalizado no Hospital de Caridade Gualter permaneceu em “coma profundo” por 21 dias.

 

Sobre o acidente o jornal “A Notícia” de 12 de janeiro de 1939 (ed. 3.085 p.1) publicou; “A noticia correu célere por toda a cidade causando a mais dolorosa impressão, não só por tratar-se de um dos mais entusiastas pioneiros da aviação, como ainda pelas suas excepcionais qualidades de caráter e coração”.

 

Outro piloto qualquer ficaria traumatizado após sofrer um acidente destas dimensões, mas não foi o caso de Gualter que muito embora estivesse impossibilitado de pilotar pelo resto de sua vida, manteve inabalável o seu amor pela aviação. E a comunidade Catarinense reconhecia isto.

 

Tanto é assim que transcorridos 4 anos do acidente, o jornal “A Gazeta” de Florianópolis (edição de 21 de outubro de 1943) publicou em edição comemorativa e alusiva a Semana da Asa a seguinte mensagem; “Um piloto que mergulha num parafuso de 700 metros de altura e entre pela terra adentro com seu avião, e sai deste desastre, pode-se dizer, em pedaços, e tempos depois salvo milagrosamente, ainda fala em avião, procura voar, e ainda discute aviação, ainda preescuta os céus com ansiedade a procura do objeto dos seus sonhos, este homem tem a alma de um verdadeiro aviador!"

 

Por estes e outros feitos, Gualter Pereira Baixo chegou a ser considerado um dos mártires-vivos da aviação em Florianópolis. Os homens que formaram a primeira turma de aviadores do Aeroclube Catharinense tornando-se também os primeiros sócios-fundadores foram brevetados em 01 de novembro de 1939, (dez meses após o acidente com Gualter Baixo).

 

1a turma de aviadores do Aeroclube Catharinense o qual Gualter fazia parte

(Foto: Acervo Silvio Adriani Cardoso)

 

A turma 1ª de 1939 foi formada por; Asteróide Arantes, Abelardo Sartorato, Dauto Caneparo, João Ricardo Mair, José Ruhland Junior, Jurandir Linhares, Osval Baixo (irmão de Gualter Baixo) e Paulo Motta. Gualter Baixo faleceu em 1989 e segundo seu filho Cesar Baixo, seu pai sempre falou em avião, e sempre procurava viajar em avião.

 

Cesar lembra de ver seu pai acamado algum tempo depois do acidente quando foram realizadas as últimas cirurgias (buco-maxilo-facial) efetivadas pelo Dr Miroslaw Wolowiski. Segunda Cesar Baixo (que tinha 10 anos de idade na época), foi quando os últimos cacos de dentes de Gualter foram retirados para dar lugar às próteses.

 

1º de novembro de 1939 - Entrega dos Brevets para a primeira turma de aviadores formada pelo Aéreo Clube Catharinense (atual SSKT); Capitão Asteróide Arantes, Abelardo Sartorato, Osval Baixo, Paulo Mota, Jurandir Linhares, João Ricardo Mayr, Dauto caneparo e José Ruhland Junior (Foto: Acervo Silvio Adriani Cardoso)

 

Cesar também lembra que seu pai costumava comentar que mesmo caminhando com certa dificuldade amparado por muletas e o braço direito na tipoia, ajudava na medição (com trenas) daquela que foi a pista principal do aeroclube entre as décadas de 1940 e 1970 e que posteriormente deu lugar a Avenida Lédio João Martins também conhecida como avenida principal do Kobrasol.

 

Fontes: Cesar Pereira Baixo, Jornal “A Notícia” de 12 de janeiro de 1939 (ed. 3.085 p.1) Jornal “A Gazeta” de Joinville, edição de 21 de outubro de 1943.

 

Pesquisa: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro “O Último Voo do C-47 2023

e Memórias da Aviação em Santa Catarina

 


1938


 

31.12.1938

Panair do Brasil

Sikorsky S-38

Prefixo: PP-PAM

 

 

Acidentou-se a 10 km do seu local de pouso no Rio de Janeiro, RJ. Sem vítimas.

 


 

01.10.1938

Syndicato Condor

Junkers G24

Prefixo: PP-CAB (PP-BABA)

 

Acidente com hidroavião batizado como Syndicato Condor 'Ypiranga', pilotado pelo comandante Fernando Limongi, em Cururipe, em Alagoas. Sem vítimas fatais.

Correio da Manhã, 02.10.1938

Foto do avião: cortesia de Mario Sergio Paz

Você tem mais informações sobre este ou outros acidentes?

Escreva para nós: contato@desastresaereos.net

 


 

31.08.1938

Panair do Brasil

Sikorsky S-38

Prefixo: PP-PAM

 

 

Acidente em Rio Branco, AC.

 


 

16.08.1938

Correio Aéreo Militar

Waco Cabine CJC

Prefixo: C-52

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

15.08.1938

Syndicato Condor

Junkers JU-52/3mfe

Prefixo:  PP-CAT

O Junkers JU 52/3m , PP-CAT, o Syndicato Condor 'Anhanga', acidentou-se ao decolar no estirão do Caju, da Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, partindo para um voo regular até Vitória, no Espírito Santo, com quatro tripulantes e cinco passageiros a bordo.

Todos os nove ocupantes morreram. Os tripulantes eram o piloto João Urukupina, um mecânico de voo, o radiotelegrafista Catelli e um aeromoço.

 


 

22.05.1938

Syndicato Condor

Junkers JU-52/3m

Prefixo: PP-CBC

A aeronave batizada “Guaracy” com 14 passageiros e três tripulantes, acidentou-se em circunstâncias desconhecidas em São Paulo, SP. Seis passageiros morreram, entre eles o Ministro da Justiça Maurício Cardoso, e onze outros ocupantes ficaram feridos.

 

Foto via www.baaa-acro.com

 


 

16.08.1938

Correio Aéreo Militar

Waco Cabine CJC

Prefixo: C-52

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. O piloto morreu.

 


 

05.05.1938

Aviação Naval

De Havilland Tiger Moth

Prefixo: 1-2-H-1

 

Acidente em Santos, SP. Um morto.

 


 

17.01.1938

Aviação Militar - 5º Regimento de Aviação de Curitiba

Waco CSO C-22 “Marumby”

Prefixo: ***

 

 

Quando fazia evoluções sobre a cidade de Canoinhas, em Santa Catarina, o avião Waco CSO C-22 “Marumby”, do 5º Regimento de Aviação de Curitiba (PR), fez uma aterrissagem forçada.

 

 

O avião sinistrado, depois de 20 minutos de voo, desceu forçadamente na praça do Clube Athético canoinhense, levando na corrida as traves da cerca, indo chocar-se com uma árvore.

 

Pilotava o Waco o Capitão Aviador João Ribeiro, levando como observador o Capitão Bolívar Medeiros. Os aviadores nada sofreram, mas a aeronave ficou grandemente avariada.

 

 

Pesquisa, texto e imagens: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro autor do livro

O Último Voo do C-47 2023

 


 

17.01.1938

Aviação Naval

Fairey Gordon

Prefixo: ***

 

Acidente em Paraíba do Sul, RJ. Dois mortos.

 


 

??.??.1938

Panair do Brasil

Sikorsky S-38

Prefixo:  PP-PAM

Acidente com avião no Rio Branco, AC.

 


1937


 

06.11.1937

Aviação Naval

D-2 H1 De Havilland Tiger Moth

Prefixo: 107       

 

Aproximadamente às 16h30 de sábado, dia 06 de novembro, dois De Havilland partiram da Base de Aviação Naval de Florianópolis para participar das festividades de inauguração do Clube de Planadores de Joinville.

 

Um dos biplanos era pilotado pelo 1º tenente aviador Walter Castilho de Barros e levava a bordo como passageiro o jovem Frankelin Ganzo, presidente do Aeroclube Catharinense.

 

O outro biplano era pilotado por Rubins Döring e tinha como passageiro o irmão de Frankelin Ganzo, o civil Mário Radium Ganzo Fernandes, radiotelegrafista e piloto civil (formado pelo Aeroclube de Porto Alegre - caderneta de n. 12.765).

 

Ao chegar a Joinville, os referidos aviadores iniciaram uma série de acrobacias aéreas para o delírio do publico que compareceu em massa para prestigiar o evento.

 

Durante as manobras, após o segundo looping, o avião pilotado por Rubins Döring sofreu uma pane no motor e desceu vertiginosamente em parafuso chato até colidir contra o solo, na rua 9 de março em frente ao Teatro Nicodemus (atual estação rodoviária).

 

 

Ainda no ar, Frankelin Ganzo que acompanhava o tenente Walter Castilho, assistiu estupefato a queda do avião que transportava seu irmão sem nada poder fazer.

 

Posteriores investigações perceberam que o piloto Rubins Döring e seu passageiro Mário Radium Ganzo levavam paraquedas e inclusive tentaram saltar, mas não tiveram tempo suficiente.

 

 

Com o impacto os fragmentos do motor atingiram o peito e a cabeça de M. Radium Ganzo. Arno Kumlehn um dos primeiros a aparecer no local do sinistro valeu-se de seu canivete para cortar os cintos de segurança para retirar o corpo de Radium, auxiliado pelo soldado do Exército Francisco dos Santos e pelos civis Leo Stachon Adel Miranda e o motorista Manoel Miranda que levou em seu carro Radium em estado de coma.

 

Os dois ocupantes do biplano foram encaminhados para o Hospital de Joinville onde foram atendidos pelo médico Plácido Gomes de Oliveira.

 

 

Algumas horas depois, o jovem Ganzo não resistiu aos graves ferimentos e faleceu as 19hs, já o tenente Döring sobreviveu ao acidente por encontrar-se na nacele traseira.

 

Poucos segundos antes da queda do DH duas operárias passaram no exato local da queda e ao ouvirem o estrondo constataram estupefactas que haviam escapado da morte por pouco.

 

 

Segundo os jornais da época, o biplano D-2 H1 De Havilland Tiger Moth era novo, tinha sido adquirido a pouco tempo pela Marinha.

 

Mário Radium Ganzo Fernandes era filho do Coronel João Ganzo Fernandes que encontrava-se em Santos e foi trazido por um avião da Marinha posto á disposição pelo Presidente da república Getúlio Vargas para o sepultamento do seu filho que ocorreu as 17hs do dia seguinte no dia seguinte no Cemitério São Francisco de Assis, no bairro do Itacorubi, em Florianópolis, com a presença do governador do Estado Nereu Ramos entre outras autoridades civis e militares e elevado numero de populares.

 

 

O acidente ocorreu 4 meses após o desastre aéreo com o WACO pilotado pelo 1º Tenente aviador Naval Bernardino Campos e o comerciante e vereador Frederico Huebner, ocorrido em 02 de julho de 1937.

 

 

Em 2021, fiz uma visita ao cemitério São Francisco de Assis a fim de visitar o túmulo de Mário Radium Ganzo Fernandes que tinha uma particularidade em especial; uma representação do biplano em bronze em alusão ao acidente que vitimou Ganzo em Joinville. Infelizmente, no ano seguinte a peça de bronze foi furtada.

 

Pesquisa, texto e imagens: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro autor do livro

O Último Voo do C-47 2023


 

25.09.1937

 

Colisão Aérea no Rio de Janeiro, RJ.

 

Aviação Militar

Stearman A-76 C-3

Prefixo: ***

 

O piloto do Stearman A-76 C-3 morreu no acidente.

 

Aviação Militar

Stearman A-76 C-3

Prefixo: ***

 

O piloto sobreviveu ao acidente.

 


 

14.09.1937

Aviação Militar

Waco F-5

Prefixo: K-270       

 

Acidente em Barra Mansa, RJ. Três mortos.


 

02.07.1937

Aviação Naval

Waco CJC

Prefixo: D3W-117       

 

Na manhã do dia 02 de julho de 1937 o biplano Waco prefixo 117 decolou do Campo da Ressacada pertencente à Base de Aviação Naval de Florianópolis. O avião era pilotado pelo 1º Tenente aviador naval Bernardino Pinto da Costa. A missão era de caráter administrativo.

 

Em Joinville, o oficial aviador foi recebido por Frederico Huebner, um importante comerciante e vereador daquele município que solicitou um sobrevoo sobre o centro da cidade pois a algum tempo desejava avistar sua cidade sob a perspectiva dos aviadores que costumavam visitar sua cidade.

 

Aproximadamente às 14hs o Waco pilotado Tenente Bernardino foi avistado sobrevoando os céus de Joinville. Frederico não só pode apreciar a vista da cidade como viveu momentos emocionantes propiciados pelas manobras acrobáticas.

 

Ao se aproximar-se do campo de aviação a aproximadamente 150 metros de altura, o biplano apresentou uma pane no no motor. O hábil piloto então tentou realizar um pouso de emergência mas no intento acabou colidindo com cabos de alta tensão nas proximidades do campo.

 

Com o violento choque houve uma forte explosão levando o biplano a cair de dorso e explodir.

 

 

Alguns populares em pânico tentaram jogar terra para combater o incêndio, a ação porem não surtiu efeito algum.

 

Algum tempo depois militares do 13º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro acudiram ao local do sinistro mas nada mais puderam fazer para ajudar os infelizes ocupantes do Waco que pereceram carbonizados.

 

Pesquisa, texto e imagens: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro autor do livro

O Último Voo do C-47 2023

 


 

21.05.1937

Aviação Militar

Avro 504 (?)

Prefixo: 965

 

Acidente em Prudentópolis, PR. Dois mortos.

 


 

15.05.1937

Aviação Naval

Vought Corsair

Prefixo: 0-2-V         

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

08.02.1937

Panair do Brasil

Sikorsky S-43

Prefixo: PP-PAR

 

 

Acidente com avião em Vitória, ES.

 


 

15.01.1937

J. Costa

Lockheed Vega

Prefixo: NR105N

 

A aeronave NC105N, com registro americano, pertencia ao português José Costa, que, com um novo registro (NR) aprovado, partiu de Belém, no Pará, para realizar um voo teste de longa distância até a cidade do Rio de Janeiro.

 

O NR105N sofreu um acidente em Conceição do Serro (atualmente Conceição do Mato Adentro), em Minas Gerais. O piloto, José Costa, saiu ileso. Ele tinha feito um pouso forçado no curso de um voo a caminho de Portugal.

 

Clique AQUI e AQUI e saiba mais sobre o aviador José Costa.

 


 

1936

 


 

10.11.1936

Aviação Naval

Waco

Prefixo: desconhecido

 

A aeronave caiu em Campos dos Goytacazes, RJ. O piloto e o passageiro civil foram resgatados com ferimentos.

 


 

13.10.1936

Aviação Naval

de Havilland DH.82A Tiger Moth

Prefixo: 2-1-8

 

A aeronave caiu num terreno baldio na Rua Marcellino Gomes, no bairro Campo Grande, no Rio de Janeiro, RJ, após falha de motor.

 

O Capitão Tenente Altamiro Souza e o Aspirante Abrahão Chaves foram resgatados gravemente feridos. O Tenente Souza morreu dois dias depois, devido aos ferimentos, em 15.10.36.

 


 

02.10.1936

Aviação Militar

Waco C.T.O.

Prefixo: K-261

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


 

22.09.1936

Correio Aéreo Naval

Waco

Prefixo: desconhecido

 

A aeronave do Correio Aéreo Naval afundou na costa do Rio de Janeiro, RJ, após falha no motor. O mecânico ficou gravemente ferido. O piloto escapou ileso.

 


 

19.09.1936

Aviação Militar

Waco C.T.O.

Prefixo: A-3

 

Acidente em Curitiba, PR. A aeronave ficou destruída e o piloto,  Tenente Ortegal, ficou seriamente ferido.

 


 

04.09.1936

Aviação Militar

Waco C.T.O.

Prefixo: 1-T-04

 

Acidente no Campo de Marte, em São Paulo, SP. Os dois ocupantes morreram.

 


 

01.09.1936

Correio Aéreo Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-35

 

 

Abaixo, o que foi possível transcrever da matéria acima publicada no jornal "A Noite" de 8 de setembro de 1936.

 

"O jornal “A Noite” entrevistou no Hospital de Santa Beatriz, em Itajaí, o tenente Brigido Pará, piloto do "Waco 35", tombado no dia 1º, em Armação de Itapocoróy. (na época em Itajaí, hoje parte do município de Penha), em Santa Catarina.

 

O tenente Brigido Pará, cujo estado de saúde é deveras animador, atendeu-nos prontamente, narrando, do seu leito de sofrimentos, todo o trágico acidente de que foi vítima e no qual perdeu a vida o soldado mecânico Nelson Barros Northfield.

 

Conversando ainda com certa dificuldade, informa-nos o tenente Pará, que fazia, o voo de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, para o Rio de Janeiro. A chegar altura de Itajaí encontrou alguma cerração que, entretanto, não lhe impediu de prosseguir viagem para o norte.

 

Ao defrontar, porém, a ponta de Itapocoróy, a cerração aumentou, sendo obrigado a voar muito baixo para obter melhor visibilidade. Nessa ocasião viu-se envolvido por uma densa camada de cerração que surgiu quase bruscamente, do lado do mar.

 

Manobrando o aparelho para retroceder, viu pela sua frente o alto morro de São Roque. Procurou transpô-lo, mas era tarde. Mesmo assim conseguiu levar o avião até ao cume da montanha para chocar-se "de papo" contra os rochedos. Daí o aparelho rolou, desordenado, despenhadeiro abaixo, até alcançar uma superfície mais ou menos plana do terreno.

 

Com a queda, o tenente Brigido perdeu os sentidos por espaço de duas horas e, quando voltou a si, ficou surpreendido com a grave situação em que se encontrava, pois o aparelho estava na iminência de rolar ao mar. Deixando a sua "nacele" com muita dificuldade, pois recebera diversos ferimentos, chamou o seu companheiro que jazia inerte. Logo verificou que ele estava morto.

 

Procurou, então, deixar a montanha fatídica, galgando rochas, atravessando pedaços de floresta virgem, rolando em despenhadeiros e, quando salvo milagrosamente, encontrou, afinal, às 16 horas, duas pequenas roceiras que o levaram para casa de seus pais.

 

Quando as autoridades de Itajaí tiveram conhecimento do horrível acidente, transportaram-se para o local e providenciaram o resgate do tenente Brigido е a retirada do cadáver de mecânico."

 


 

17.08.1936

Particular

Miles Hawk Trainer M2R

Prefixo: CC-FBB

 

 

Em 30 de julho de 1936, o jovem aviador Chileno Franco Bianco, 27 anos, parte do Estreito do Magalhães (Terra do Fogo) no Chile, para realizar um sonho de criança: conhecer o Brasil.

 

Pilotando seu recém adquirido avião monoplano de fabricação inglesa Miles Hawk Trainer M2R, “Saturno” prefixo CC-FBB, dotado de um motor Gipsy Mejor de 130 HP, de 4 cilindros, que podia alcançar uma velocidade de cruzeiro de 200 quilômetros por hora a mil pés de altitude, Franco Bianco parte de Magalhães rumo a então capital do Brasil, o Rio de Janeiro, com escalas em Buenos Aires, Pelotas, Porto Alegre, Florianópolis e Santos.

 

 

No dia 17 de agosto a aviador chegou ao Campo dos Afonsos sendo recebido por autoridades civis e militares. Apesar de algumas adversidades o raid aéreo havia sido concluído com sucesso. Na manhã do dia 7 de outubro Bianco inicia uma viagem de regresso ao Chile com escalas apenas em Florianópolis, Porto Alegre e Buenos Aires.

 

Às 14h35, aterrisou no campo de aviação da Air France no Campeche para reabastecimento e aproximadamente uma hora depois, decolou as 15h30 rumo a Porto Alegre.

 

Ao sobrevoar Garopaba do Sul, o motor do avião batizado de “Saturno” parou subitamente de funcionar obrigando Bianco a realizar um pouso forçado na Lagoa de Garopaba. (tudo parece indicar que trata-se da Lagoa da Encantada).

 

Afortunadamente o piloto saiu ileso, o avião, porém não afundou devido a pouca profundidade, porém ficou muito danificado.

 

 

Pescadores que testemunharam a cena foram ao socorro de Franco Bianco que posteriormente foi transferido para Florianópolis sendo hospedado no Hotel La porta.

 

Na quarta feira dia 14 de outubro Bianco regressou em um avião trimotor da Air France rumo a Buenos Aires e de lá para o Chile. No mesmo dia, um mecânico do Centro de Aviação Naval de Florianópolis seguiu para Garopaba com a missão de desmontar o avião e envia-lo por navio para o Chile (com escala em Buenos Aires).

 

 

Atualmente o avião encontra-se exposto no Museu Nacional Aeronáutico e do Espaço do Chile.

Pesquisa, texto e imagens: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro autor do livro O Último Voo do C-47 2023


 

01.08.1936

Centro de Aviação Naval de Santa Catarina

Biplano (sem maiores informações, provavelmente um WACO)

Prefixo: desconhecido

 

POUSO FORÇADO EM ANGELINA (SC)

 

Na manhã do dia 01 de agosto de 1936, o biplano da Base de Aviação Naval de Florianópolis percorria sua rota normal de voo. Ao sobrevoar a região de Angelina, o biplano foi surpreendido por densa cerração. Receando ficar sem combustível o aviador decidiu pousar em um campo que avistou nas imediações, porém tratava-se de um campo muito encharcado.

 

Ao tocar as rodas no solo, as mesmas afundaram fazendo com que o avião pilonasse (capotasse) e batesse com uma das asas em um toco de arvore até parar com o nariz atolado no chão e com o leme para cima.

 

Após contato telegráfico entre as autoridades locais e a Base de Aviação Naval, seguiram vários militares que desmontaram as asas do avião e levaram até o salão de baile de Armando Schmitz situado a 2 km do local do sinistro.

 

Depois de praticamente duas semanas, os mecânicos retornaram ao local do acidente em Angelina. Em um primeiro momento a ideia era remontar as asas do avião, construir um campo improvisado e verificar se o mesmo tinha condições de decolar.

 

Tudo isto dava menos trabalho que transportar o biplano em caminhão por aproximadamente 75 km desde Angelina até Caiacanga Mirim via estrada de São Pedro de Alcântara. Seria uma missão hercúlea, pois as estradas eram praticamente intransitáveis.

 

Após exaustivos planejamentos e avaliações de risco, ficou decidido que o caminhão da Base Naval precisaria fazer três viagens; a primeira no sábado dia 24 quando transportaram as duas asas, a segunda viagem no domingo 25 para transportar a fuselagem e a terceira na segunda feira dia 26 para levar o motor e hélices.

 

Na época não foram divulgados os nomes do piloto e do mecânico, e nem o modelo de avião que os mesmos tripulavam. É provável que tenha sido um WACO que fazia o Correio Aéreo Naval.

 

Este não foi o único acidente aéreo registrado na pequena cidade de Angelina. O segundo acidente ocorreu 36 anos depois, em 22 outubro de 1975. Nos dois acidentes registrados em outubro naquele cidade, os pilotos sobreviveram.

 

Pesquisa, texto e imagem: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro autor do livro

O Último Voo do C-47 2023

 


 

29.07.1936

Aviação Naval

Vought O2V (V-66B Corsair)

Prefixo: 2-O-5

 

A aeronave afundou perto da Praia de Icaraí, em Niterói, RJ, após falha no motor. O tripulante foi resgatado com vida.

 


 

23.07.1936

Aviação Naval

Vought O1V Corsair (O2U)

Prefixo: O1V3

 

Foto: Coleção Acervo Silvio Adriani Cardoso

 

Na manhã do dia 23 de julho de 1936, o tenente aviador naval Francisco Teixeira decolou com o seu biplano, um Vought Corsário, matricula OIV3 partindo da da Base de Aviação Naval em Caiacanga-mirim para mais um dia de treinamento.

 

O voo realizou-se a aproximadamente 600 metros de altura e concentrou-se nas imediações da Ponte Hercílio Luz, e Praia da Saudade, nas proximidades da então Escola de Aprendizes Marinheiros (atual base da Guarda Municipal de Florianópolis, localizado ao lado das pontes que dão acesso à Ilha de Santa Catarina) em Coqueiros.

 

Como de costume, estas manobras aéreas atraiam grande massa popular que se concentrava especialmente nas imediações da Praia da Saudade. Repentinamente, após quase uma hora de evoluções aéreas o motor do Vought começou apresentar problemas.

 

Instintivamente o piloto fez um voo rasante ao longo da praia da Saudade sinalizando com os braços para que se afastassem para que ele pudesse pousar em segurança, porém ao perceber que ninguém compreendeu sua mensagem e que o motor já havia parado de funcionar, não lhe restou alternativa se não fazer um pouso forçado nas aguas rasas da baia sul, a aproximadamente 40 metros da praia.

 

Ao tocar nas águas o biplano mergulhou de ponta ficando com o leme praticamente na posição vertical. O relógio marcava 10h10. Os pescadores Custódio Agostinho da Silva e Alfredo Camacho, a bordo da canoa de propriedade de Patrício de Tal, rumaram imediatamente para o local do sinistro onde o tenente Teixeira foi resgatado ileso e conduzido para a Escola de Aprendizes Marinheiros.

 

Algumas horas depois o tenente Teixeira retornou a praia para auxiliar no resgate do biplano que foi amarrado por fortes cabos e arrastado para a praia por mecânicos e marinheiros da aviação naval e escola de Aprendizes Marinheiros auxiliados por imensa massa popular, uma embarcação (a Dom “Pedro I” da capitania dos Portos) e um caminhão.

 

O biplano que teve a fuselagem amassada e a asa esquerda destroçada foi conduzido a base de Aviação Naval para reparos. Este foi o segundo acidente o qual o tenente Teixeira tinha se envolvido no ano de 1936 e escapado milagrosamente com vida.

 

Imagem: Coleção Acervo Silvio Adriani Cardoso

 

Fonte: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro “O Último Voo do C-47 2023

 


 

15.07.1936

 

Colisão aérea em Marechal Hermes, no Rio de Janeiro, RJ.

 

Aviação Militar

Curtiss Falcon A

Prefixo: K-179

 

Três mortos.

 

Aviação Militar

Curtiss Falcon B

Prefixo: K-189

 

Sem vítimas fatais.

 


 

10.07.1936

Aviação Militar

Boeing 256

Prefixo: 1-112

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. O Ten Adalberto Correa Gonçalves morreu no acidente.

 


 

24.03.1936

Aviação Naval

de Havilland DH.60 Moth

Prefixo: desconhecido

 

O hidroavião levando dois tripulantes a bordo, caiu na Restinga do Marambaia, no Rio de Janeiro. O Piloto Cap Ten Appel Netto ficou gravemente ferido. O passageiro civil morreu.


 

12.03.1936

Aero Club de São Paulo

Morane-Saulnier

Prefixo: desconhecido

 

A aeronave do Aero Club de São Paulo levando dois tripulantes a bordo, caiu na cidade de São Paulo. Os dois ocupantes ficaram levemente feridos. O avião ficou destruído.


 

21.02.1936

Aviação Militar

Waco RNF

Prefixo: K-172

 

A aeronave militar levando dois tripulantes a bordo, colidiu com casas próximas à Avenida Paulista, em São Paulo. SP. O Tenente Edgard de Freitas Junior morreu no acidente. O outro tripulante escapou com vida.


 

05.02.1936

Syndicato Condor

Junkers W34 Ju46fi

Prefixo:  PP-CAU

Acidente com avião Syndicato Condor 'Tocantins' - em voo de transporte de carga - em Aquidauana, MS. Relaizando a rota La Paz-Corumbá-São Paulo, o avião 'Tocantins' pousou à força na selva com três tripulantes e quatro passageiros a bordo. Três passageiros feridos.

Correio da Manhã, 12.02.1936

 


 

21.01.1936

Aviação Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C03       

 

A aeronave colidiu com uma casa em Campos, RJ, durante pouso forçado após falha de motor. Sem vítimas fatais.

 


 

 

05.01.1936

Aviação Militar

Waco F

Prefixo: K-172       

 

Acidente em São Paulo, SP. Um morto.

 


1935


 

18.11.1935

Syndicato Condor

Junkers G.24he

Prefixo: PP-CAS (P-BAQA)

 

 

O hidroavião “Riachuelo” foi danificado em um pouso de emergência próximo a Ilhéus após uma falha mecânica. Número de ocupantes e vítimas não encontrado.

 


 

17.11.1935

Aviação Militar

Vought Corsair

Prefixo: 5-101

 

Acidente em Curitiba, PR. Um morto.

 


 

14.11.1935

Correio Aéreo Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: ****

 

Acidente em São Luiz, MA. Um morto.

 


 

02.11.1935

Air France

Latécoère 28

Prefixo: F-AJIQ

 

 

 

 

 

 

 

Acidente com avião da Air France próximo a Aracaju, SE. Quatro pessoas morreram.

 

Você tem mais informações sobre este ou outros acidentes?

Escreva para nós: contato@desastresaereos.net

 


 

20.07.1935

Aviação Militar

de Havilland 60 Moth

Prefixo: 1-H-32

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


06.06.1935

Aviação Militar

Vought corsário

Prefixo: *

 

No período compreendido de 21 de maio a 05 de junho de 1935 Getúlio Vargas então presidente da República acompanhado de sua comitiva realizou uma viagem de cunho diplomático as cidades de Buenos Aires na Argentina e Montevideo no Uruguai.

 

A viagem deu-se a bordo do couraçado “São Paulo” e foi acompanhada por uma expressiva esquadrilha militar brasileira composta por vinte aviões sendo onze da Aviação Naval e nove da Aviação Militar (3 Boeing F4 B4, 3 Bellanca Pacemaker e 3 Vought corsário).

 

Alguns dos aviões que formaram parte da Esquadrilha que acompanhou a

comitiva presidencial no Campo dos Afonsos - RJ

 

Alguns dias depois, na tarde de 06 de junho (na viagem de volta ao Brasil) nas proximidades de Florianópolis um dos Vought Corsair tripulado pelo major Samuel Gomes Pereira e pelo capitão J. Almeida (ambos pertencentes ao 5º Regimento de Aviação sediado no Bacacheri em Curitiba- PR) foi surpreendido por forte temporal e consequente baixa visibilidade.

 

O plano inicial era pousar no Campo da Base da Aviação Naval da Ressacada, porém o mal tempo reinante obrigou os aviadores a realizar pouso forçado nas terras do Sr Guilherme Scheidt em uma pequena planície aos pés do Morro do Cambirela. No dia seguinte um caminhão da Base de Aviação Naval de Florianópolis seguiu para o local levando mecânicos e equipamentos necessários para proceder os reparos no Vought Corsário que mais tarde prosseguiu para seu destino final, Curitiba.

 

Vought corsário do 5º Regimento de Aviação do Exército Brasileiro

 

Antes da viagem do Presidente Getúlio Vargas para as capitais do Prata ocorreu um acidente, este mais sério que vitimou três civis, sendo dois gravemente feridos e um falecido. Tal fato ocorreu na noite de 14 de maio cerca das 23h30 quando moradores do centro de Florianópolis despertaram com uma forte explosão vinda das proximidades da sede do Clube Náutico Riachuelo.

 

Vought Corsário e militares do 5º Regimento de Aviação do Exército Brasileiro

 

Acontece que no Cais Rita Maria encontrava-se fundeada a chata “Comandante Souza” que armazenava 36 tambores e dezenas de latas de gasolina e que seguiria para a Base de Aviação Naval a fim de abastecer os aviões da aviação naval e militar (quando estes seguissem para o Sul no dia 21 de maio). A bordo da chata encontravam-se os vigias Antônio Luís de Freitas, Antônio Manoel Barbosa e Augusto Luís Silvano, este ultimo faleceu em decorrência da forte explosão. As causas do sinistro nunca foram identificadas.

 

Colaboração do pesquisador e escritor Silvio Adriani Cardoso,

autor do livro “O Último Voo do C-47 2023

 


1934


 

18.12.1934

Aviação Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-19

 

Acidente em Curitiba, PR. Dois mortos.

 


 

04.10.1934

Aviação Militar

Waco C.T.O.

Prefixo: 1-T-01

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

05.08.1934

Air France

Latécoère 26

Prefixo: F-AILK

 

 

 

 

Devido a forte neblina na região de Itamaraju, na Bahia, um pequeno avião, Latécoère 26, pertencente a Air France (ex-Cia. Latécoère), perdeu o rumo e fez uma aterrissagem forçada na Vila, no local onde existia uma lagoa, hoje o Mercado Municipal. Esse avião foi transportado para a cidade de Prado via fluvial em duas canoas juntas.


 

20.06.1934

Correio Aéreo Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-32

 

Acidente em Barueri, SP. Um morto.

 


 

11.06.1934

Air France

Latécoère 26

Prefixo: F-AILG

 

 

 

Acidente com avião da Air France em Recife, PE. Não houve vítimas fatais.


 

07.06.1934

Aviação Naval

Waco C.S.O.

Prefixo: ***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

03.05.1934

Syndicato Condor

Junkers W 34

Prefixo: PP-CAR

O hidroavião batizado “Tapajós”, realizando voo entre Stuttgart, na Alemanha e a Argentina, acidentou-se no Rio de Janeiro (RJ).

 

Ao tentar pousar no porto da cidade do Rio de Janeiro, o Junkers JU W-34, realizando voo de correio aéreo para a DLH, colidiu com o navio alemão "Westphalen" (foto abaixo), durante o desembarque na Baía de Guanabara e afundou.

 

 

O comandante do voo, Sylvio Canizares Veiga e o mecânico de voo Mario Rubens, morreram no acidente.

 

No dia seguinte, mergulhadores recuperaram a correspondência do Tapajós completamente encharcada. Grande parte dessa correspondência ficou ilegível e não pôde ser recuperada. A  que pode ser recuperada, foi entregue no Rio de Janeiro, em 5 de maio, e em Montevidéu e Buenos Aires no dia 7 de maio.

 

A aeronave foi resgatada e reconstruída, vindo a cair novamente no dia 16 de abril de 1944 no Aeroporto Santos Dumont, RJ, causando mais mortes.

 

Clique sobre a foto para ampliá-la

O Junkers W 34 em Ilhéus (BA) - Imagem via mainescenery.proboards.com

 


 

02.05.1934

Aviação Militar

Waco C.T.O.

Prefixo: ***

 

Acidente em Curitiba, PR. Dois mortos.

 


 

23.04.1934

Aviação Militar

Boeing 256

Prefixo: C-1B

 

Acidente em São Paulo, SP. Um morto.

 


 

16.03.1934

Aviação Militar

Vought Corsair

Prefixo: C-5

 

Acidente em Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

23.02.1934

Aviação Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-5

 

Acidente em Resende, RJ. Um morto.

 


 

19.02.1934

Aviação Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-36

 

Acidente em Santa Maria, RS. Um morto.

 


 

29.01.1934

Ala Littoria

Savoia-Marchetti S.71

Prefixo: I-ABIV

Avião ocupado pelo Piloto Locatelli e um passageiro realizando o voo entre Roma e Buenos Aires caiu no mar, próximo a Fortaleza, CE. Sem vítimas fatais.

 


1933


 

15.12.1933

Syndicato Condor

Junkers F13da

Prefixo:  P-BAGA (PP-CAG)

A aeronave foi batizada de "Blumenau", acidentou-se em circunstâncias desconhecidas em algum lugar no Estado de Mato Grosso. Sem vítimas fatais.

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04.12.1933

Aviação Militar

de Havilland 60 Moth

Prefixo: K-142

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

14.09.1933

Aviação Militar

Boeing 256

Prefixo: ***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

09.08.1933

Aviação Militar

Waco F

Prefixo: K-165

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


 

27.07.1933

Aviação Militar

Moraine Saulnier 130

Prefixo: K***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


1932


 

26.12.1932

Exército do Peru

Aeronave (?)

Prefixo: LR10

 

O hidroavião havia decolado de Puerto Arturo, em Loreto, no Peru, colidiu montanha a 5.000 metros de altitude na fronteira amazônica entre Peru e Brasil, na zona limítrofe do Alto Yavarí, no Estado do Acre Os seis ocupantes da aeronave morreram no acidente.

 


 

09.12.1932

Aviação Militar

de Havilland 60 Moth

Prefixo: K-146

 

Acidente em Curitiba, PR. Dois mortos.

 


 

02.12.1932

Aviação Naval

Vought Corsair

Prefixo: ***

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


 

25.09.1932

Pan Am

Sikorsky S-38

Prefixo: P-BDAD (PP-PAD) / (ex-NC113M)

Três homens partidários da Revolução Constitucionalista de 1932 roubaram o Sikorsky S-38 prefixo P-BDAD 'Pernambuco', que estacionado nas oficinas da Panair do Brasil, na Ilha dos Ferreiros, no Rio de Janeiro.

Levando consigo o vigia da aeronave, tentaram alcançar São Paulo, mas caíram nas proximidades de São João do Meriti, no Rio de Janeiro. Não houve sobreviventes: morreram os três revolucionários, Gastão Lopes Leal, Walter Voss e Jaime Taveira (mecânico da Panair) e Manuel Machado, o vigia sequestrado.

Esse foi o primeiro sequestro de aeronave comercial de matrícula brasileira.


 

24.09.1932

Aviação Militar

Curtiss Falcon

Prefixo: ***

 

Acidente em Santos, SP. Dois mortos.

 


 

11.09.1932

Aviação Militar

Waco C.S.O.

Prefixo: C-8

 

Acidente em Casa Branca, SP. Um morto.

 


 

27.08.1932

Aviação Militar

de Havilland 60 Moth

Prefixo: K-150

 

Acidente em Itaguaí, RJ. Um morto.

 


 

12.05.1932 

Aviação Militar

Lioré Oliver

Prefixo: K-613

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Quatro mortos.

 


 

04.05.1932

Aviação Militar

de Havilland 60 Moth

K-144

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

26.04.1932

Aviação Naval

Savoia Marchetti S-55

Prefixo: ***  

 

Acidente em Salvador, BA. Três mortos.

 


 

27.02.1932

Aeropostale

Latécoère 28

Prefixo: F-AJOX

Queda no mar do avião Latécoère 28 próximo a Praia de Sepetiba, em Guarapari, no Espírito Santo, causou a morte dos dois ocupantes.


1931


 

23.12.1931

Aviação Militar

Moraine Saulnier 147

Prefixo: K-131

 

Acidente em Passa Três, RJ. Um morto.

 


 

30.09.1931

Aviação Militar

Moraine Saulnier 137

Prefixo: ***

 

Acidente em Rio de Janeiro, RJ. Dois mortos.

 


 

13.09.1931

Particular

Junkers W.33b

Prefixo: D-2072

 

O avião “ESA” registrado para William Rody, caiu no mar em Natal (RN), logo após assumir a correspondência do navio Cap Arcona, depois de realizar a travessia do Atlântico. Seus três tripulantes escaparam ilesos.

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O avião acidentado e os três sobreviventes - Imagens: www.junkers.de

 

Leia o relato completo da chegada do D-2072 e seu acidente clicando AQUI [em alemão].

 


 

12.09.1931

Syndicato Condor

Dornier Wal DoJ Bas

Prefixo: P-BALA (PP-CAL)

 

 

Acidente com o hidroavião P-BALA (PP-CAL), o Syndicato Condor 'Olinda', em Natal, no Rio Grande do Norte, fazendo três vítimas fatais. Apenas uma pessoa sobreviveu.

 

Narrativa:

Por volta das 23:45, o piloto e diretor-técnico do “Sindicato Condor”, Max Christian Sauer, o copiloto Rudolf Karwat, o rádio-telegrafista Franz Noether e o mecânico Paul Hein, todos alemães, embarcaram no hidroavião e acionaram seus motores. Refizeram o mesmo trecho do Rio Potengi que utilizaram para a chegada, deram um pouco mais de potência nos motores para efetuar um giro no avião e deixarem a máquina apontando em direção a barra do Rio Potengi.

Utilizando os faróis de auxílio à navegação como referência, Max Christiansen despejou toda a potência que os motores BMW-VI, de 1.380 hp, podia dispor. Montados sobre as grandes asas do hidroavião, um adiante do outro e alimentados por 2.000 litros de combustível de alta octanagem, os dois motores roncaram alto para toda cidade ouvir. Logo suas grandes hélices produziram um torvelinho d’água que formou uma pequena nuvem ao redor da aeronave e ela começou a se deslocar. Ao alcançarem certa velocidade o piloto puxou o manche, o Dornier começou lentamente a subir e logo estaria sobrevoando a Fortaleza dos Reis Magos.

Durante sua corrida, o “Olinda” passa ao lado do pequeno cargueiro “Comandante Jaceguay”, da empresa Loyde Brasileiro e estava ancorado no porto desde o dia anterior. Neste navio, mais precisamente na escada de bordo, estava o proprietário de um escaler chamado “Minerva”, o Mestre Manoel Ciríaco, que observou a passagem do aeroplano. Provavelmente Ciríaco era um dos proprietários de pequenos barcos que realizavam o transbordo de cargas e passageiros entre o cais e os navios ancorados no rio Potengi e se encontrava no navio do Loyde, talvez finalizando algum transporte, quando acompanhou a tentativa do hidroavião decolar.

A edição de domingo, 13 de setembro, do jornal “A Republica”, apresenta com grande destaque os fatos que envolveram a tragédia do hidroavião “Olinda”. O jornal aponta que devido ao mal funcionamento de uma vela em um dos motores, o piloto não conseguiu força suficiente dos motores, a aeronave não alcançou a ascensão desejada e ao sobrevoar o Canto do Mangue, local de atracação de barcos de pescadores as margens do rio Potengi, o piloto decidiu fazer uma curva à esquerda. Max Christian queria levar o “Olinda” para o mesmo ponto de onde partiram e tentar uma nova arremetida.

O piloto alemão busca pousar no rio, mas provavelmente devido ao falhamento de algum motor, ou desconhecimento dos obstáculos que havia na área sem iluminação, desorientação espacial, ou outras causas, o Dornier Val, com seus 2.000 litros de combustível choca-se violentamente contra uma antiga barcaça utilizada para o transporte de areia e explode.

 

Leia o relato completo da chegada do P-BALA e seu acidente clicando AQUI.

Fonte: rostandmedeiros@gmail.com via tokdehistoria.com.br

 


 

25.04.1931

VARIG

Junkers A-50

Prefixo: P-BAAE (PP-VAE)

No pouso forçado do Junkers A-50, o VARIG "Bagé", na Ilha dos Mosquitos, em Porto Alegre, RS, morreu o copiloto João Carlos Gravé e o piloto Franz Nuelle perdeu uma das pernas, mas sobreviveu.

 

Imagem via varigcruzeiroriosul.blogspot.com.br

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1930


 

22.11.1930

Aéropostale

Latécoère 26

Prefixo: F-AILZ

 

 

O piloto estava realizando um voo de transporte de correspondência da América do Sul para a França. No caminho, ele encontrou um problema técnico desconhecido e tentou um pouso de emergência. A aeronave acidentou-se em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. O piloto sobreviveu.

 


 

08.11.1930

Aviação Naval

Farman F.190

Prefixo: 8

 

Acidente em Belmonte, BA. Número de ocupantes e vítimas é desconhecido.

 


 

07.11.1930

Syndicato Condor

Junkers G-24

Prefixo:  P-BAHA (PP-CAH)

Um hidroavião Junkers G 24, batizado como "Potyguar" da empresa aérea Syndicato Condor acidentou-se no mar, a 500 metros da costa, defronte ao bairro Icapara, no município de Iguape, no Estado de São Paulo. A aeronave, de prefixo P-BAHA, transportava seis passageiros e três tripulantes. Das nove pessoas à bordo, somente houve uma vítima fatal, o coronel Attila Gastão José de Campos Salvaterra.


 

04.08.1930

Aéropostale

Latécoère 26

Prefixo: F-AILB

Acidente em Porto Alegre sem vítimas.

 


 

29.05.1930

Aviação Naval

Avro Lynx

Prefixo: 446

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

21.05.1930

Aviação Naval

Avro 626

Prefixo: ***

 

Acidente no Rio de Janeiro, RJ. Um morto.

 


 

Década de 1930 (data indeterminada)

Aerolloyd Iguassu

Klemm KL 31A

Prefixo: PP-IAB

 

Abaixo, raríssimas fotos do monomotor alemão modelo “Klemm KL 31A” prefixo PP-IAB da companhia aérea Aerolloyd Iguassu. Fundada em outubro de 1932 na cidade de Curitiba no Paraná, com o objetivo de transportar cargas e passageiros entre São Paulo (ao Norte) e Blumenau (ao sul) com escalas em Curitiba, Joinville e Itajaí, o “Expresso do ar” iniciou seus primeiros voos em caráter experimental em maio de 1933 e Blumenau marcou o inicio das operações da companhia em Santa Catarina.

 

A Aerolloyd operou inicialmente com dois monomotores alemães “Klemm KL 31A”, o PP-IAA e o PP-IAB que ilustra as fotos abaixo, se acidentou em local e data desconhecidos (provavelmente no Vale do Itajaí).

 

Fonte: Arquivo Histórico José Ferreira da Silva via pesquisador Silvio Adriani Cardoso

 

 

Pesquisa: Silvio Adriani Cardoso, autor do livro “O Último Voo do C-47 2023

e Memórias da Aviação em Santa Catarina

 


 

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Algumas fontes: Planecrashinfo, ASN, BAAA-ACRO e Torre de Controle.

Edição de texto e imagem: Jorge Tadeu da Silva


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