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Jorge Tadeu

Promotor se recusa a rotular tripulantes de Legacy como prováveis réus

03/10/2006

GABRIELA MANZINI
da Folha Online

O promotor Adriano Roberto Alves afirmou no final da tarde desta terça-feira que ainda não há elementos concretos para considerar réus em potencial o piloto e o co-piloto do jato Legacy que bateu contra o vôo 1907 da Gol pouco antes que ele caísse em uma região de mata fechada do Mato Grosso na sexta-feira (29).

Divulgação/PF-RJ

Passaporte do piloto Joseph Lepore

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De acordo com Alves, dizer que os esforços estão concentrados em reunir evidências contra os norte-americanos é "muito prematuro". Ele afirmou que, antes de considerar denunciar (acusar formalmente) os profissionais, ele ainda precisa ouvir os depoimentos dos dois, dos demais passageiros do Legacy e dos controladores de vôo envolvidos.

"Eles estavam no comando de uma aeronave que provocou a morte de 154 pessoas; tinham um plano de vôo a ser executado; podem ter sido irregularmente autorizados a alterá-lo ou podem ter desobedecido. Eles são os únicos que podem explicar o que falta e, por isso, são testemunhas imprescindíveis. Só isso."

Na segunda-feira (2), o promotor obteve na Justiça um mandado de busca e apreensão que reteve os passaportes do piloto e co-piloto do Legacy, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Os documentos foram apreendidos nesta terça-feira pela PF (Polícia Federal) do Rio. Os dois foram levados à cidade para serem submetidos a exames.


Divulgação/PF-RJ

Passaporte do co-piloto Jan Paul Paladino

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Em depoimento à polícia, o co-piloto da aeronave - pertencente a uma empresa de táxi aéreo dos Estados Unidos - disse que o Legacy voava havia uma hora e meia quando perderam o contato com o centro de controle de tráfego aéreo de Brasília. Minutos depois, quando ainda tentavam restabelecer o contato, eles dizem ter ouvido um barulho semelhante a "uma batida de carro".

O impacto desarmou o piloto-automático, que havia sido acionado pouco após a decolagem, e fez com que o avião pendesse para o lado esquerdo. Logo a aeronave se estabilizou. Os dois negam ter visto o avião da Gol. Pouco depois, o Legacy - que transportava cinco passageiros - pousou em uma base na Serra do Cachimbo.

Investigações preliminares indicam que o Legacy mudou seu plano de vôo ao não baixar dos 37 mil pés de altitude para os 36 mil pés no trecho entre Brasília e Manaus. Os dados registrados nas caixas-pretas das duas aeronaves deverão revelar se o erro que as colocou em rota de colisão foi provocado por uma alteração irregular do plano de vôo ou por uma falha de comunicação.


Entenda o trabalho dos controladores de vôo

Quadro abaixo explica o trabalho dos controladores de vôos e o funcionamento dos radares do controle aéreo brasileiro.

Arte: Folha de S.Paulo


Entenda como funciona uma caixa-preta de avião

Confira abaixo quadro que explica o funcionamento de uma caixa-preta, equipamento que armazena dados sobre o vôo.

Arte: Folha de S.Paulo


Leia os comunicados divulgados pela Gol sobre acidente (até 24 de novembro de 2006)

Leia abaixo os comunicados divulgados pela Gol Linhas Aéreas sobre o acidente com o Boeing 737-800, vôo 1907, que caiu no dia 29 de setembro. Os destroços foram encontrados por volta das 9h deste sábado, no norte de Mato Grosso, a 200 km de Peixoto Azevedo.

Comunicado nº 1

Comunicado nº 2

Comunicado nº 3

Comunicado nº 4

Comunicado nº 5

Comunicado nº 6

Comunicado nº 7

Comunicado nº 8

Comunicado nº 9

Comunicado nº 10

Comunicado nº 11

Comunicado nº 12

Comunicado nº 13

Comunicado nº 14

Comunicado nº 15

Comunicado nº 16

Comunicado nº 17

Comunicado nº 18

Comunicado nº 19

Comunicado nº 20

Comunicado nº 21

Comunicado nº 22

Comunicado nº 23

 
       

Boeing se despedaçou no ar, afirma FAB

03/10/2006

da Agência Folha, em Peixoto de Azevedo

Enviado da Folha a Peixoto de Azevedo

O coronel Jorge Amaral, do setor de Comunicação da FAB (Força Aérea Brasileira), disse ontem que a aeronave Boeing 737-800 da Gol se despedaçou no ar durante o acidente com o jato Legacy.

O avião ficou partido antes que seus destroços e os corpos dos 149 passageiros e seis tripulantes fossem jogados contra a floresta perto da reserva indígena Capoto-Jarinã. "O avião veio se despedaçando no ar", disse Amaral.

A nova versão, baseada no fato de que os destroços do avião foram achados num grande raio de distância, derruba a primeira que foi divulgada --a de que o avião caíra de nariz.

Depois da nova conclusão , a FAB e o Exército decidiram ampliar a área de busca por destroços e corpos das vítimas do acidente para um raio de 20 quilômetros do local em torno do ponto inicialmente apontado como o da queda.

A localização dos dois primeiros corpos das vítimas anteontem, aliás, ocorreu além do ponto inicialmente previsto para as buscas.

Meio metro sob o solo

A Folha apurou que os corpos --uma mulher e um homem-- foram achados a meio metro de profundidade. O fato leva à constatação de que eles foram arremessados para fora do avião, quando a aeronave ainda estava em altitude elevada. Questionado, entretanto, sobre o fato, o coronel Amaral se irritou: "Queria saber qual a relevância dessa informação? Eu não confirmo, eu não sei disso", afirmou ele.

A Folha apurou que os dois corpos estavam bastante danificados e "grudados" à terra do solo. As mãos das vítimas, no entanto, estavam intactas, o que poderá facilitar o trabalho dos peritos para que elas sejam identificadas.

Caiapós

Com a ampliação do campo de buscas, o grupo de índios caiapós que ajuda no resgate - profundo conhecedor da região - poderá ser mais útil nos trabalhos. A ampliação aumenta também as dificuldades dos 75 homens da FAB e do Exército que trabalham no local.

Outro fator que pode dificultar os trabalhos é a estação chuvosa. Tradicionalmente, as chuvas começam no norte de Mato Grosso no início de outubro e vão até abril. Desde sábado começou a chover, ainda que irregularmente, na região do acidente.


Quadro mostra as hipóteses sobre a colisão dos aviões

03/10/2006

Confira abaixo quadro resumido com as hipóteses que explicariam a colisão entre o Boeing da Gol e o Legacy, da Embraer.

Arte: Folha de S.Paulo


Saiba mais sobre a queda do Boeing da Gol

Confira abaixo como foi a queda do Boeing 737 da Gol,

 que deixou 154 pessoas mortas.

Arte: Folha de S.Paulo


Sucessão de erros provocou o maior acidente aéreo da história do país

03/10/2006

da Folha de S.Paulo

da Editora de Cotidiano da Folha Online

O maior acidente aéreo da história do país resultou de uma combinação de erros no controle aéreo em Brasília, ineficiência na cobertura de rádio no Centro-Oeste e dúvidas sobre procedimentos do piloto e equipamentos em pelo menos um dos aviões envolvidos no choque que matou 154 pessoas.

A colisão entre o Boeing 737-800 da Gol e o jato executivo Legacy comprado por uma empresa americana da Embraer ocorreu na sexta-feira, e a lista de erros que levou ao choque já apurados junto a autoridades aeronáuticas e pilotos ainda está carregada de dúvidas. Não é possível, a esta altura, falar em culpas.

A seguir, a Folha lista os equívocos e algumas hipóteses sob investigação, hierarquizando-os por ordem cronológica e não por pretensa gravidade.

A rota

O Legacy comprado pela ExcelAire rumava aos Estados Unidos decolando às 14h51 de São José dos Campos, em São Paulo, mas precisava fazer uma escala técnica e alfandegária em Manaus - como jato "0 km", precisava de desembaraço aduaneiro.

Para isso, o jato tomou a "aerovia" UW2 do espaço aéreo do Estado de São Paulo para Brasília. As aerovias são equivalentes a rodovias virtuais no céu, e a UW2 é de "mão única", sentido Brasília.

Nessa "pista", o avião estava a 37 mil pés (cerca de 11,2 km). Ao chegar a Brasília, ele deveria virar a noroeste e pegar a UZ6, esta uma "rodovia de mão dupla", com aviões indo e vindo.

Para evitar os choques, os aviões usam "pistas" com 1.000 pés (300 metros) de distância e em alguns casos, separação longitudinal. Para evitar colisões, os aviões vindos de Manaus usam as pistas "ímpares" (21 mil pés, 37 mil pés, por exemplo) e os que vêm de Brasília, as "pares" (20 mil pés, 36 mil pés).

Segundo o plano de vôo registrado e aprovado em São José dos Campos quando decolou, o Legacy deveria entrar na UZ6 e baixar para 36 mil pés e seguir para Manaus. Não foi o que ocorreu.

Erro no controle

Ao passar por Brasília, os controladores do Cindacta-1, o centro de controle que cuida do Centro-Oeste e Sudeste do país, não entraram em contato com o Legacy. Eles deveriam ter feito isso para certificar a redução no nível de vôo.

Onde está o Legacy?

Segundo a Folha apurou, depois de cerca de 15 minutos foi notado que o radar apenas indicava um ponto sem identificação ou controle de altitude na rota em que o Legacy deveria estar.

Os horários exatos só podem ser conhecidos nos registros da FAB, mas foram em torno de 16h - uma hora antes da colisão entre os aviões.

E o que aconteceu? Para militares, a ausência de identificação só pode ocorrer se uma faixa de freqüência para transmissão não estiver funcionando no transponder da aeronave.

O transponder é um equipamento que transmite os dados do avião para o controle de vôo e outros aparelhos. É por essa faixa que são enviados os dados do sistema anticolisão da aeronave, chamado TCAS.

Se o transponder do Legacy não estava transmitindo seus dados, não poderia ter se comunicado com o TCAS do Boeing e assim sugerir uma alteração de rota emergencial para evitar o choque.

Uma especulação nos meios militares é a de que o piloto poderia desligar o equipamento para fazer "testes" de manobras com o avião sem alertar o controle aéreo. Isso seria comum em "primeiros vôos" dos novos donos.

A dúvida só poderá ser respondida com a análise da caixa-preta do Legacy, mas militares e pilotos confrontados pela reportagem com a informação são unânimes: ou o aparelho estava desligado total, ou parcialmente, ou tinha algum problema técnico.

Isso explicaria por que os aviões não desviaram um do outro, mas é essencial a análise da caixa-preta do Boeing para saber o que aconteceu na aeronave da Gol.

Pânico

Com o sumiço, o centro entrou no que os militares chamam de "estado de incerteza" e, cinco minutos depois, no estado de "alerta".

Foi quando os cerca de 30 profissionais no centro, oito deles cuidando dos consoles de radar que monitoravam a rota da colisão, perceberam que algo estava errado.

Um operador, com aproximadamente seis anos de experiência, tentou se comunicar pelas duas freqüências de rádio, das cinco que deveriam estar operantes, com o Legacy.

Em seu depoimento à Polícia Federal em Cuiabá, os pilotos do Legacy citam ter perdido o contato por rádio "poucos minutos" antes do choque, na freqüência 135,9 MHz. Foi essa e outra, a 125,2 MHz, que o operador em Brasília tentou usar. Não conseguiu.

"Buraco negro"

Aí entra um componente nada alentador para quem voa pela região Norte. As freqüências de rádio são de péssima qualidade entre Brasília e Manaus e, a partir de um marco conhecido como Teres (480 km ao norte da capital federal), há um verdadeiro blecaute que só passa quando radares e rádios de Manaus agem com mais eficácia.

Essa área, conhecida como "buraco negro" pelos controladores de vôo, é exatamente em cima da região da serra do Cachimbo, onde ocorreu a colisão. Pilotos relatam que lá contam apenas com os equipamentos dos aviões.

Um ponto que a investigação deverá mostrar é se houve contato entre Brasília e Manaus, na tentativa de contatar o Boeing e determinar que ele mudasse de rumo. A especulação é a de que o 737 da Gol já estivesse no "buraco negro" quando contatado.


Repórter do "NY Times" comenta acidente e diz estranhar "detenção" de americanos

02/10/2006

da Folha Online

O repórter Joe Sharkey, do jornal americano "The New York Times", comentou nesta segunda-feira em seu blog, "Joe Sharkey at Large", o acidente envolvendo o jato Legacy, da Embraer, e o Boeing da Gol, na última sexta-feira. Sharkey afirmou estar "preocupado" com os americanos, que estavam no jato e permanecem no Brasil para serem ouvidos sobre o acidente.

"Como a maioria de vocês sabem, eu era um dos passageiros do jato executivo que foi envolvido com o terrível acidente com o Boeing 737 da Gol que se acidentou no Brasil. Eu me salvei, estou surpreso por estar vivo, mas extremamente preocupado com o destino dos dois pilotos e do executivo da empresa ExcelAire, que continuam detidos", disse.

Reprodução

O jornalista americano Joe Sharkey

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Segundo Sharkey, eles foram interrogados em uma base aérea e por policiais por 36 horas. "Nós também estamos profundamente chocados com a morte das pessoas do [Boeing] 737. Nós simplesmente não sabemos o que nos havia atingido até três horas depois do nosso pouso forçado em uma base aérea no meio da selva amazônica", disse Joey Sharkey.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) disse que nenhum dos americanos que estava no Legacy está detido ou proibido de deixar o Brasil. Segundo a agência, os americanos foram convidados a permanecer no país para colaborar como testemunhas do acidente. As entrevistas devem ser acompanhados por autoridades americanas.

Acidente

O Boeing 737/800 da Gol, que realizava o vôo 1907, entre Manaus em Brasília, caiu na tarde de sexta-feira em Peixoto de Azevedo (MT). O avião teria sido atingido pelo jato Legacy - que havia saído de São José dos Campos (SP) e ia para os EUA - onde estava o repórter e outros seis tripulantes.

No Boeing, estavam 154 pessoas - 148 passageiros e seis tripulantes. Segundo a Aeronáutica, não há sobreviventes.


Piloto de Boeing teria pedido para subir antes de bater em jato

02/10/2006

da Agência Folha da Folha de S.Paulo

As gravações dos diálogos do controle de vôo de Manaus (AM) teriam registrado um pedido do piloto do Boeing da Gol para mudar de nível, de 35 mil pés para 39 mil pés. Esse pedido teria ocorrido às 16h35 da última sexta-feira. O Legacy estaria a 37 mil pés. O acidente aéreo teria ocorrido por volta das 17h.

A informação, vinda de pessoas ligadas ao setor da aviação brasileira, pode explicar o que provocou o acidente, considerado o maior da história do país e que vitimou 154 pessoas. Segundo essa hipótese, o Boeing, no momento em que ampliava a altitude de 35 mil pés para 39 mil pés, poderia ter se chocado com o Legacy, que estava na faixa dos 37 mil pés.

Ontem, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que, em depoimento, os pilotos do Legacy que colidiu com o Boeing afirmaram que os equipamentos do aparelho estavam em perfeita ordem antes e depois do incidente, ocorrido na última sexta.

Eles disseram que equipamentos como o transponder, a antena que envia e recebe dados do avião, e o dispositivo para evitar colisões em pleno ar, estavam ligados da decolagem em São José dos Campos até o pouso em Cachimbo (PA). De acordo com o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, isso terá de ser comprovado ou não a partir da análise da caixa-preta do Legacy.

O equipamento, que registra o funcionamento dos instrumentos de bordo e a comunicação entre os pilotos e o controle aéreo, já está sendo analisado. "A única coisa que dá para afirmar por enquanto é que houve a colisão", disse a diretora da Anac Denise Abreu.

Ela não deu outros detalhes sobre as investigações ou sobre aspectos técnicos, dizendo que isso caberia à Aeronáutica, mas afirmou ser "praticamente zero" a possibilidade de que tenha havido falha do controle aéreo, o que dá a entender que, para a agência, a falha ocorreu em uma das duas aeronaves.

Segundo a reportagem apurou, o Legacy sumiu das telas dos radares já antes do choque. O presidente da Anac não quis comentar a informação, mas indiretamente admitiu aquilo que a Aeronáutica sempre faz questão de negar: que há a possibilidade de haver "pontos cegos" na cobertura de radar do país.

Relatório

Os Cindactas (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) 1 e 4, responsáveis pelo controle de todo o tráfego aéreo nas regiões Norte, Centro-oeste e Sudeste do Brasil irão entregar nos próximos dias ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) um relatório completo de tudo o que ocorreu durante os vôos do Boeing da Gol e o Legacy.

De acordo com o coronel aviador Eduardo Antonio Carcavallo Filho, responsável pelo Cindacta 4, o cruzamento das informações das rotas utilizadas pelas duas aeronaves poderá esclarecer parte do que ocorreu no ar, na tarde da última sexta-feira.

O coronel também disse que ainda não é possível determinar se algum dos aviões desapareceu ou não dos radares dos centros de controle da Aeronáutica e também qual das duas aeronaves pode ter alterado a sua rota original.

A Folha tentou contatar durante a tarde de ontem, por telefone, os responsáveis pelo Cindacta 1. Todos os funcionários diziam estar proibidos de dar informações e que todas elas serão passadas em momento certo pelo setor de comunicação da Aeronáutica.

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